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16.10.05

afinal os rumores não eram apenas rumores e steve jobs, o patrão da apple, estava a fazer um tremendo "bluff" quando reivindicava uma funcionalidade exclusivamente "musical" para o iPod. acaba de ser lançado no mercado norte-americano o video iPod, um atraente leitor portátil que se gaba de ser capaz de reproduzir 15 mil canções, 25 mil fotografias e, novidade das novidades, 150 horas de vídeo.

tudo bem, não é pela "video feature" que a maquineta perde o seu glamour. pelo contrário, irá certamente angariar novos fãs e a apple estará, no final do ano, a nadar em dinheiro (2005 está a ser o melhor ano de sempre para a empresa). o iTunes, a loja digital da Apple (e "dealer" privilegiado do iPod) já disponibiliza episódios das novas séries que toda a gente vê ou quer ver, "lost" (chamar-se-á "perdidos", em português?) e "donas de casa desesperadas" um dia depois da sua exibição na televisão, digamos, convencional.

mas... a questão que me assola a mente - e que me faz duvidar ao quadrado do impacto que um video iPod teria na minha pessoa - é tão somente esta: como é que alguém conseguirá ver televisão (e não estou propriamente a falar de videoclips de 3 minutos ou das tropelias to tareco que gravámos com a máquina digital)... como é que alguém conseguirá ver televisão num ecrã de 2 polegadas e meia?

aguardo desconfiado pelo dia em que alguém chegará perto de mim a disser: "acabei de ver 'os dez mandamentos' (o épico de cecil b. demille) no meu pequenito e airoso video iPod". é que o filme tem quase quatro horas e, na versão portuguesa, é legendado.

site: ipod

Comments:
Voltaste à blogação, Luís? É óbvio que esse ecrã de 2 polegadas e meia serve apenas um propósito: p-o-r-n-o-g-r-a-f-i-a.
 
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